Menu

Novidades


Os espaços públicos na reconfiguração física e social da cidade

Os espaços públicos na reconfiguração física e social da cidade

From 20,19 €
CB: ISBN 972-8883-67-6
Edição actualizada
Local: Lisboa
Páginas: 266
Ano: 2006
Acabamento: Brochado
Dimensões: 24x17 cm
Depósito Legal: 240334/06
Quantity
Adicionar ao cesto Add to Wishlist

Sumário

1.Discussão em  torno dos espaços públicos urbanos (EPU) – Hipóteses de partida e áreas cinzentas, p. 23

1.1. Os EPU como metáfora das construções urbanas, p. 23
1.2. Questionar os EPU ou os múltiplos campos da Urbanidade, p. 25
1.3. Quadro conceptual e metodológico, p. 28
1.3.1. Objectivos, p. 28
1.3.2. Defender uma tese ou teses, p. 29
1.3.3. Sequência metodológica, p. 36

2. Elementos de uma crise anunciada, p. 39

2.1. Introdução, p. 39

2.2. As dinâmicas urbanas recentes: emergência do híbrido e da desterritorialização, p. 44
2.2.1. A fluidez espaço-temporal da noção de cidade, p. 44
2.2.2. Transformações da cidade física, p. 45
2.2.3. O estilhaçar da imaterialidade urbana, p. 48
2.3. Contributo para uma teoria dos Espaços Públicos Urbanos, p. 49
2.3.1. Espaços públicos: crises ou novas lógicas?, p. 49
2.3.2. Estratégias de substituição e sedução, p. 53
2.3.3. Dos espaços público aos espaços colectivo: que consequências para as sociedades urbanas?, p. 56
2.4. Proposta de tipologia, p. 62
2.4.1. Segmentando a análise, p. 62
2.4.2. Espaços de recreio e laser, p. 63
2.4.3. O espaço público nas cidades portuguesas, p. 64
2.4.4. Ensaio tipológico para os EPU, p. 65

3. No campo do actor e do seu cenário, p. 71

3.1. Notas preliminares, p. 71
3.2. O crescente investimento no Self, p. 72
3.3. A cidade como terreno narcíssimo, p. 75
3.4. Transformações e mutações sociais e urbanas, p. 78
3.4.1. O paradoxo urbano-metropolitano, p. 78
3.4.2. Territórios da alegria, p.79
3.4.3. Cidade da angústia, p. 81
3.4.4. Cidade dos Extremos, p. 82

4. Os Espaços Públicos Urbanos na multiplicidade dos olhares, p. 83

4.1. Ciências Sociais e da Comunicação, p. 83
4.2. Urbanismo, arquitectura e paisagismo, p. 87
4.3. História, p. 90
4.4. Síntese, p. 92

5. O percurso histórico do EPU, p. 101

5.1. Introdução, p. 101
5.2. Até ao período romano, p. 102
5.2.1. Ambiente económico, p. 102
5.2.1.1. A cidade Ancestral, p. 102
5.2.1.2. Polis grega e cidade romana, p. 105
5.2.2. Política, cultura e religião, p. 106
5.2.2.1. A cidade ascentral, p. 106
5.2.2.2. Polis grega e romana imperial, p. 108
5.2.3 Formas urbanas dos espaços públicos, p.110
5.3. Período medieval, p. 113
5.3.1. Ambiente económico, p. 114
5.3.2. Política, cultura e religião, p. 115
5.3.3. Das formas urbanas dos espaços públicos , p.116
5.4. Período renascentista –Cidade clássica e barroca, p. 116
5.4.1. Ambiente económico, p.119
5.4.2. Política, cultura e religião, p. 121
5.4.3. Formas urbanas dos espaços públicos, p. 124
5.5. Cidade moderna, p. 128
5.5.1. Ambiente económico, p. 128
5.5.2. Política, cultura e religião, p. 131
5.5.3. Formas urbanas dos espaços públicos, p. 137
5.6. A “história” que se está a escrever, p. 140
5.6.1. Recomendação do Comité de Ministros dos Estados membros da Comunidade Económica Europeia, p.141
5.6.2. A nova carta de Atenas, p.143
5.6.3. Regulamentos e manuais municipais de utilização dos EPU, p. 144
5.6.4. A entrada em campo da cidadania, p. 150

6. Averiguar a prática: A ocupação do tempo e a utilização dos EPU, p. 153

6.1. O uso do tempo em Portugal, p. 154
6.2. Utilizar ou não os espaços público? Eis a questão, p. 164
6.2.1.Processo de inquirição aos cidadãos de Lisboa, p. 165
6.2.1.1. Introdução, p. 165
6.2.1.2. Processo de inquirição, p. 182
6.2.1.3. Dimensões e pertinência da amostra, p. 183
6.2.1.4. Modelos e estrutura de inquérito, p. 184
6.2.1.5. Caracterização dos inquiridos, p. 185
6.2.2. Das teses à realidade, p. 193
6.2.3.1. Em busca de um significado para os EPU, p.193
6.2.3.2. A distância entre a representação e a realidade, p. 221
6.2.3.3. O apagamento dos EPU no urbanismo contemporâneo, p. 243

7. Conclusão, p. 255

8. Bibliografia, p. 261

Resumo

A cidade, tal como a conhecemos, está a mudar, mas ainda não sabemos precisar os contornos dessa transformação, dado que as pontes demasiado fortes com o passado condicionam o nosso olhar.

Mas ou insistimos na descodificação dessas alterações e as integramos no nosso quotidiano (adaptando espaços, equipamentos e infraestruturas às novas exigências), ou o acumular de anacronismos urbanos (distanciamento entre as necessidades e expectativas sentidas e o que é na verdade oferecido pela cidade) podem levar a um mundo urbano estranho para as gerações futuras.
Parte dessas mudanças anunciadas foram analisadas, em Lisboa, pelo ângulo dos Espaços Urbanos Públicos; a sua história, as suas características, a sua frequência e a sua apreciação por parte dos cidadãos. Na preocupação de chegar a um entendimento mais profundo, a análise chegou à forma como os indivíduos gerem hoje os seus tempos livres e como entendem a relação espaços públicos versus espaços privado/colectivos.

O papel civilizador e de referência das sociedades ocidentais reconhecido à cidade não poderá ser restabelecido neste contexto de globalização e aceleração tecnológica se não se processar um reinvestimento na dimensão simbólica dos espaços públicos, entendido esse reinvestimento nos dispositivos a conceber como nos aspectos práticos e materiais dessas intervenções. O Planeamento e a gestão Urbanística ficam, desta forma, convocados como protagonistas fundamentais para um desafio que se adivinha difícil e complexo.

Estimate this price in your currency

If it is not already displayed, select your target currency and click the button to convert. The result is calculated based on current market exchange rates.

Banks and other institutions charge you fees for conversion and handling of foreign currencies and so the final price on your credit card bill will likely be a few percent higher than the result displayed here. Use this just as a guide.

This service is provided by foreignexchangeresource.com