Sumário
Nota introdutória
2.1789, révolution réussie ou révolution manqué? / Gusdorf Georges
3.A revolução pelos olhos da escola “revisionista”: uma perspectiva politológica / Nuno Rogeiro
4.Linhas históricas da Revolução Francesa: o desenvolvimento do cepticismo e do livre pensamento / Luísa Black
5.Condorcet, revolucionário ou reformador? / Manuel Breda Simões
6.A Revolução Francesa e o liberalismo radical: a interpretação de Manuel dos Santos Cruz / Júlio Joaquim da Costa Rodrigues da Silva
7.A participação portuguesa na campanha do Rossilhão (1793/95) / Humberto Nuno de Oliveira
8.A Legião Portuguesa ao serviço da França / Duarte Pacheco de Sousa
9.Os temores milenários da fome e a Revolução Francesa / Maria Rosalina Delgado
10.Produção cerealífera em Aljezur em 1789 / Fernando Calapez Corrêa
11.A Inquisição de Lisboa e a s invasões francesas / Carlos Alberto Nigueira
12.Religião e revolução – os liberais católicos no Vintismo (1820/1823) / Carlos Faria Pimenta
13.Luzes e Revolução Francesa: do Pré-Romantismo ao Romantismo / Álvaro Manuel Machado
14.O restauro dos monumentos depois da Revolução Francesa / Mendes Atanázio
15.Elementos para o restauro do Mosteiro de Santa Maria da Vitória no século XIX / Maria João Baptista Neto
16.Legado emblemático da Revolução Francesa / Francisco de Simas Alves de Azevedo
17.A Revolução Francesa e as mutações do imaginário / Paulo Ferreira de Castro
18. 14 de Julho de 1789 – um testemunho / Maria Helena Carvalho dos Santos
19.Conclusões / Alberto Franco Nogueira
Alocução do Prof. Gusdorf no jantar de encerramento do Colóquio
Resumo
Como escreveu Jean-Pierre Rioux, num artigo datado de 26 de Agosto de 1989 no jornal Le Monde, é hoje preferível interrogar a celebrar o acontecimento extraordinário constituído pela Revolução Francesa. Foi nesta perspectiva que a Universidade Lusíada promoveu, através do seu Departamento de História, a realização do Colóquio subordinado ao tema.